Em dezembro, durante o fim de ano em Marília, encontrei o Rodrigo Grota, cineasta conterrâneo, hoje morando em São Paulo, e que como eu, passava ali os festejos com a família. Numa daquelas noites, fizemos um registro intimista, voz e violão, quase sussurado, no meio da praça, da madrugada, dos vagalumes, dos grilos... A curiosidade fica por conta da inédita, Coruja Colorida, canção que fiz para o Aterro do Flamengo, meu habitat no Rio, e que será gravada no próximo disco. Tudo te é falso e inútil